Há mais de 100 dias fechados, empresários cobram reabertura de bares e restaurantes em Timóteo

 Há mais de 100 dias fechados, empresários cobram reabertura de bares e restaurantes em Timóteo

Em manifestação realizada na tarde desta quarta-feira (8), em frente à sede da prefeitura de Timóteo empresários donos de bares, restaurantes e lanchonetes do município cobraram pela reabertura dos estabelecimentos que tem suas atividades restringidas há mais de 100 dias, por conta do enfrentamento contra a pandemia do novo coronavírus. Atualmente os empreendimentos funcionam apenas no sistema delivery.

Para o Portal MaisVip, o comerciante Renato Barros, conta que a crise econômica forçou ele a demitir seus três funcionários e vender definitivamente o bar em que ele era proprietário. Sem nenhuma fonte de renda, ele teve que se empregar em uma empresa onde, pouco tempo depois, também foi demitido. Segundo o empresário, o poder Executivo de Timóteo deve flexibilizar as atividades comerciais na cidade para evitar que mais histórias como a dele se repitam.

“A nossa reivindicação é pela liberdade do direito de poder trabalhar. Até agora não encontramos nenhuma justificativa aceitável e plausível do porquê só nós estamos fechados há mais de 100 dias. Fomos o primeiro segmento a fechar e até agora não teve nenhuma iniciativa pública de se abrir o nosso segmento”, desabafa.

Flexibilização depende de Zema

A equipe do Portal MaisVip conversou com Hiler Peres, secretário de desenvolvimento econômico e turismo de Timóteo, que explicou que a flexibilização do comércio na cidade depende de dois fatores; o primeiro, uma mudança do texto da deliberação 17, do programa Minas Consciente, do governo estadual. O segundo, a implantação de 10 novos leitos de UTI nos próximos 15 dias. A previsão é que após esse período, a prefeitura pode adotar novas medidas referentes à reabertura dos bares, lanchonetes e restaurantes. “Estamos trabalhando com o prazo de mais ou menos 15 dias. Pode ser que se estenda um pouco mais, pode ser que antecipe para que esses leitos possam entrar em operação”, explica.

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