Dr. Marcos Vinícius explica como vai ser retorno das aulas presenciais em Fabriciano

 Dr. Marcos Vinícius explica como vai ser retorno das aulas presenciais em Fabriciano

Durante participação no programa MaisVip Ao Vivo, realizado nesta quinta-feira (21), o prefeito de Coronel Fabriciano, Dr. Marcos Vinícius, confirmou o retorno gradual das aulas presenciais das escolas que pertencem a rede municipal de ensino a partir da próxima segunda (25). Este retorno em um primeiro momento valerá apenas para as escolas Argeu Brandão, Maria das Graças Ferreira, Conceição Ataíde, Paulo Franklim e Nicanor Ataíde.

O regresso das atividades vai atingir menos de 20% da comunidade escolar. A secretaria de educação, determinou turmas com rodizio de alunos, com aulas segunda, quarta e sexta para um determinado grupo e terça e quinta-feira para outro grupo, invertendo a ordem na 2ª semana. O plano é que em Em 14 dias a secretaria fará uma avaliação do impacto da medida para decidir em conjunto com a Secretaria de Governança da Saúde se manterá as aulas, ampliará o grupo de alunos ou suspenderá novamente.

Com o rodízio das turmas, os alunos poderão permanecer com o distanciamento recomendado dentro das salas. Todos os estudantes também vão ganhar máscaras laváveis e reutilizáveis, usar álcool em gel ao entrar nas escolas e passarão por medição de temperatura corporal diariamente. Quem apresentar febre será encaminhado à rede de saúde e não poderá frequentar as aulas até se curar, mesmo que não seja Covid-19.

Marcos Vinícius garante que o sistema implantado para a volta às aulas em Fabriciano irá garantir segurança tanto os alunos quanto aos professores e servidores envolvidos no cotidiano de um centro de ensino. “Vamos tomar todos os cuidados. Vamos disponibilizar máscaras para alunos e professores, álcool em gel, vamos aferir a temperatura dos meninos. Vamos fazer um rodízio: numa turma de 30 alunos, na segunda-feira vai uma metade e, na terça, a outra metade”, explica.

O prefeito também garante que todas as decisões tomadas no município são baseadas nos números epidemiológicos de combate ao Covid-19. Na entrevista, ele argumenta que cabe aos prefeitos de cada cidade analisarem suas respectivas realidades locais. Na opinião dele, não cabe ao governo estadual dar diretrizes que ignoram as peculiaridades de cada micro região mineira.

“Nós temos que entender que Minas Gerais é maior que muitos países, por isso existem várias regiões com perfis epidemiológicos diferentes. Agora imagina pra um governador. Ele não pode começar uma aula (da rede estadual) no sul de Minas numa data, aqui em Coronel Fabriciano em outra data, Ipatinga outra data. Agora, no município temos mais tranquilidade. É dentro do meu quadrado. Eu sei da minha realidade”, garante.

 

 

 

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