Hospital Metropolitano Unimed no Vale do Aço explica real situação de internações por Covid-19

 Hospital Metropolitano Unimed no Vale do Aço explica real situação de internações por Covid-19

A pandemia de COVID-19 promoveu uma série de alterações na Unimed Vale do Aço. Além de mudanças nos fluxos e protocolos, a cooperativa também modificou sua estrutura interna, reforçando a excelência e a qualidade do Hospital Metropolitano nos atendimentos de pacientes acometidos pela doença.

Desde o primeiro caso da patologia, registrado em 12/03 em um homem de 38 anos, morador de Coronel Fabriciano e beneficiário Unimed Vale do Aço, a Singular implantou um comitê formado por médicos e colaboradores da assistência, voltado para a análise do cenário e contenção dos casos da doença na região. Visitas e protocolos de acompanhantes na unidade hospitalar foram alterados, bem como a realização de cirurgias e procedimentos eletivos.

“Quando os primeiros casos chegaram ao país, já começamos a nos preparar para receber beneficiários com a doença. Nem todos os pacientes que testam positivo precisam ficar internados e isso é avaliado de acordo com a gravidade dos sintomas e a forma que cada organismo reage a doença. Hoje temos baixa ocupação de leitos e apesar da dificuldade na compra de insumos, como EPIs, temos a total capacidade de receber qualquer paciente que chegue ao HMU”, esclareceu o médico infectologista e cooperado da Unimed, Dr. Pedro Carneiro.

Desde o início da pandemia, 35 casos de COVID-19 entre beneficiários Unimed Vale do Aço foram registrados. Destes, 02 pacientes foram internados no HMU (um deles na UTI e o outro na Unidade de Internação). Em nenhum dos casos confirmados foi registrado óbito.

“É preciso cautela nas informações que chegam a nós. Há um excesso de notícias, muitas delas falsas, que acabam criando alardes desnecessários. Qualquer dado referente a internações e casos confirmados são repassados ao CIEVS, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde e a partir daí divulgados publicamente. Os cidadãos precisam se ater a isso, a sites de órgãos oficiais e não a informações repassadas de forma irresponsável em redes sociais”, acrescentou o médico cooperado.

Estrutura

Apesar da pandemia de COVID-19, outras eventualidades continuam levando pacientes a hospitais. É o caso da hipertensão, diabetes, acompanhamento obstétrico, entre outras questões. Como forma de evitar o contato desses beneficiários com outros que apresentam sintomas respiratórios e suspeita de COVID-19, a estrutura interna do Hospital foi remanejada.

Na internação, a Ala C foi isolada das demais com a construção de uma parede. O local deu espaço a uma internação exclusiva de pacientes com COVID-19. A área conta com equipamentos de alta tecnologia e profissionais capacitados.

Já o Pronto Atendimento foi dividido em duas partes. A ala antes ocupada pelo PA Infantil se tornou exclusiva para pacientes com sintomas gripais, já o PA Adulto é a porta de acesso de beneficiários com as demais patologias. Nas duas situações, é exigido o uso da máscara e permitida à entrada de acompanhantes apenas nos casos previstos por lei.

Coleta domiciliar

Uma ferramenta bastante utilizada na Unimed Vale do Aço e que se intensificou durante a pandemia de COVID-19 foi à coleta domiciliar. Com o auxílio do teleatendimento (31 2109 8668) disponibilizado para beneficiários sanarem dúvidas relativas à doença, os pacientes que apresentaram sintomas da patologia ou com pedido médico, tiveram suas amostras coletadas em casa.

Desde o dia 19/03, mais de 960 amostras para realização de exames de COVID-19 foram coletadas. Deste total, cerca de 70% correspondem à coleta domiciliar.

Colaboradores

A prevenção e combate a COVID-19 aplicadas aos beneficiários também foram reforçadas entre os colaboradores da Unimed Vale do Aço. Além da implantação de protocolos que aumentassem a segurança daqueles ligados diretamente a assistência, como enfermeiros, técnicos, fisioterapeutas, médicos cooperados, equipe de higienização e limpeza, a Singular expandiu os cuidados aos colaboradores de áreas administrativas.

Colaboradores que se enquadram em grupos de risco, como gestantes, por exemplo, foram remanejados. Já os colaboradores da assistência, que atuam diretamente em contato com pacientes, estão devidamente equipados, com os EPIs recomendados pelo Ministério da Saúde, protocolos do Minas Consciente e Conselho Regional de Medicina.

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