Cruzeiro contratou pai de santo para se livrar da Série B, mas não pagou

 Cruzeiro contratou pai de santo para se livrar da Série B, mas não pagou

Estadão

A crise financeira que parece ser interminável no Cruzeiro ganhou mais um inusitado capítulo nesta quinta (23). Em publicação, o portal Uol informou que o clube mineiro não honrou o pagamento acertado com o babalorixá Reginaldo Muller Pádua, que foi contratado para tentar evitar o rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro em 2019.

A publicação mostra detalhes do contrato que previa o pagamento de R$ 10 mil a Pádua. No entanto, o clube pagou R$ 6 mil ao homem de 58 anos e deve outros R$ 4 mil.

Segundo o chefe do departamento técnico do Cruzeiro, Benecy Queiroz, o serviço foi realmente contratado pelo clube, mas “na época do Zezé Perrella”. “É um serviço religioso realmente que foi prestado na época do Zezé Perrella, entendeu? Foi o Zezé quem solicitou”, afirmou o dirigente do clube.

Zezé Perrela, porém, alegou ao site que procurou o serviço religioso. O mesmo foi feito pelo presidente, à época, do Cruzeiro, Wagner Pires de Sá.

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