Claudia Leitte leva primeiro trio elétrico para os EUA: “De navio”

 Claudia Leitte leva primeiro trio elétrico para os EUA: “De navio”

Imagem: Manuela Scarpa / Brazil News

Claudia Leitte, de 42 anos, está determinada a levar a experiência dos blocos de trio elétrico para os Estados Unidos e o resto do mundo. A cantora já custeou a ida de um caminhão totalmente adaptado para shows para a Flórida e espera completar o processo de legalização do automóvel que ainda não existente no país.

“Era o meu grande sonho e o trio já está lá. É muito louco, porque foi no meio da pandemia que tudo aconteceu, tivemos que fazer o deslocamento. Tudo é muito novo para eles, mas estava estudando há bastante tempo uma maneira de levar a minha fonte de energia que é o trio elétrico e fazer esse formato de show que não tem lá nos Estados Unidos. Essa vibe nossa aqui é muito rica. É tão especial, que eu acho que o mundo todo merece conhecer. Levei de navio e chegou em janeiro deste ano. Estou muito ansiosa com essa novidade”, declara.

A intenção da artista é levar a estrutura para outros países também. “Eu construí o primeiro, mas depois pretendo multiplicar para o mundo todo. Ninguém sabe fazer Carnaval como a gente faz. A gente não sabe quem é que está ali, quanto tem no bolso, de onde veio, mas se diverte junto, sente essa alegria. Por isso, insisto tanto no trio, porque as pessoas merecem ser contagiadas com essa energia surreal”, acredita.

O equipamento ainda está sendo avaliado pelos órgãos responsáveis americanos. “O trio-elétrico está atendendo as medidas que são pedidas para qualquer produto de entretenimento nos Estados Unidos. Não é uma logística fácil, porque o americano precisa entender como funciona toda aquela engenhoca. Levei ele pronto. Os meus técnicos que trabalham na parte de som sabem que é uma estrutura muito complicada. Não é um caminhão com som apenas, como eles achavam”, justifica.

Claudinha diz o que ela atribui ao sucesso dos seus 20 anos de carreira. “Um discografia incrível. O principal para mim é a música sempre. Por isso, que a gente faz tantas horas de trio-elétrico e Prainha da Claudinha. Música é um grande acerto da minha carreira. Também soube me cercar de uma equipe e uma banda, que me ama e acredita no projeto. Ninguém está ali para tirar meu coro e receber um cachê. Nos encontramos para sermos felizes juntos. E o bem mais precioso que tenho na minha carreira: meus fãs”, conclui.

 

 

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Fonte: Revista Quem

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