Minas tem queda de 11% na incidência da COVID; busca por UTI também cai

 Minas tem queda de 11% na incidência da COVID; busca por UTI também cai

Classificação das macrorregiões se manteve: apenas três estão na onda vermelha (Governo de Minas/Divulgação)

Comitê Extraordinário manteve 12 das 15 macrorregiões nas ondas amarela e verde do plano de retomada gradual da economia

Nos últimos 14 dias, houve queda de 11% na taxa de incidência da COVID em Minas. Entretanto, a classificação das macrorregiões se manteve, e 12 das 15  permanecerão nas ondas amarela e verde, as mais flexíveis do plano Minas Consciente, que promove a retomada segura e gradual da economia.

Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (22/7) pelo Comitê Extraordinário Covid-19, que se reúne semanalmente para discutir a situação da pandemia no estado.
Sendo assim, estão na onda verde do Minas Consciente as macrorregiões Sudeste e Vale do Aço.

Na amarela, permanecem a Centro, Centro-Sul, Jequitinhonha, Leste, Noroeste, Norte, Oeste, Sudeste, Sul e Triângulo do Norte.

Já na onda vermelha estão Leste do Sul, Nordeste e Triângulo do Sul. Nenhuma delas, no entanto, está na classificação de Cenário Epidemiológico e Assistencial Desfavorável, que é a de maior restrição do plano Minas Consciente.

Segundo o governo de Minas, o número de cidades com menos de 30 mil habitantes, que poderão progredir de onda, independentemente da situação em que se encontra a macro ou a microrregião, é de 95 municípios nesta semana. Essas cidades registraram menos de 50 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.


Fila para UTI

Ainda de acordo com o governo, nesta quinta-feira, 64 pacientes aguardam vaga para UTI COVID em Minas, enquanto na semana passada eram 70. No início de junho, esse número chegou a ser quase quatro vezes maior. Segundo o secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Baccheretti, não há mais pressão por vagas nas macrorregiões.

“Essa espera está caindo semanalmente e é o cenário mais positivo, com pressão muito baixa por leitos e redução na ocupação”, ressaltou.

A ocupação dos leitos de UTI exclusivos COVID está em torno de 58% e houve queda de 26% nas solicitações de internações no estado.

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