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Coluna do Bruno Freire

Coluna Opinião

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Coluna do Bruno Freire

Quem são os invisíveis da PANDEMIA por COVID-19?

 Quem são os invisíveis da PANDEMIA por COVID-19?

 

Foto: reprodução internet

 “Fomos o primeiro a FECHAR e seremos os últimos a ABRIR.”

Se essa foi a frase mais dita logo no início da pandemia, porque o setor com previsão inicial de ser o mais afetado de todos não foi socorrido logo no início?

Como os gestores que estão sendo muito bem pagos para conduzir essa PANDEMIA, quando perceberam que no dia 17 de março de 2020, tudo iria fechar SEM A MENOR PREVISÃO DE REABERTURA, não pensaram que NÓS, as empresas de eventos seríamos os ÚLTIMOS A VOLTAR?

Algo tão óbvio, tão real, e mesmo assim, o socorro mais uma vez no Brasil, não foi para todos.

O que quero mostrar aqui, é uma espécie de “TIMELINE da indiferença” de tudo que aconteceu nesses últimos 14 meses no Brasil e também no Vale do Aço nas tratativas da crise COVID x SETOR DE EVENTOS.

Eu proponho a você, que está lendo essa matéria, se não é desse ramo, tente se imaginar há MAIS DE UM ANO INTEIRO sem trabalhar. Sem a garantia que poderá cobrir suas despesas e em alguns casos, sem a garantia de que o básico será coberto?! Imagine um músico profissional regional, que estava acostumado a fazer 10, 20 shows por mês, sem poder fazer nenhum?! Agora ele está fazendo uns pingados em troca de algumas moedas para sustentar a sua família.

Imagine os produtores de eventos, de todos os tamanhos, sem fazer nada durante um ano. Os pequenos, que não tem empregados nem despesas fixas, esses mudaram todos de ramo, arrumaram ou não um emprego qualquer e estão tentando se virar como podem. Com certeza, a ajuda não veio dos “amigos” que viviam esmolando cortesias das festas e shows. Desses, 99% sumiram.

Imagine os empresários que locavam sonorização, palco, estruturas de um modo geral sem poder locar NADA. E essa categoria, a propósito tem que estar sempre investindo pesado comprando mais equipamentos e estruturas, quase todos pendurados em financiamentos gigantes. Sabe o que aconteceu com a maioria? Vendeu o seu sustento a preço de banana.

Pense no garçom, no segurança, nas cozinheiras, nos montadores, em toda uma cadeia produtiva que dependia do evento e do entretenimento para sobreviver, e que de repente se viram de “mãos e pés” atados diante de tudo isso.

Os cerimoniais, salões de festas, decoradores, artistas plásticos e artesanatos ligados ao setor de CASAMENTOS, esses não sabem o que fazer com tantos adiamentos e perdas de datas futuras, pois as noivas continuam com a intenção de se casarem, mas como colocar dois anos em um?

Foto: reprodução internet

ESSA GENTE TODA QUASE VIROU PÓ

E EM 2020 FOMOS FEITO MARIONETES

Aliás, essa é a PANDEMIA do “cabo de guerra político”. Me lembro de alguns prefeitos muitos frouxos a meu ver, já renunciando logo que se estabeleceu o primeiro LOCKDOWN. Mas lembro mais ainda de vários prefeitos FRACOS que não conseguiram coordenar a pandemia de forma séria, se “embananaram” , se achando os fodões e maiorais, e com isso, alguns até perderam as eleições consideradas “ganhas” por conta dessa condução.

O que assistimos nesses pouco mais de 14 meses, desde março de 2020, foi uma sequência de brigas, desentendimentos, vaidades e ações em prol de interesses próprios, entre o governo federal, estadual, seus secretários federais e estaduais além de alguns prefeitos sem qualquer preparo para enfrentar uma crise severa como essa. Vereadores? Não vi nenhum fazendo absolutamente nada de construtivo e relevante em 2020. Se você viu, manda um direct pra mim. Tudo um absoluto CAOS.

LOCKDOWN PARA INGLÊS VER

Enquanto na ÁSIA, EUA e EUROPA o fechamento parecia estar funcionando, o que vimos por aqui foi um fechamento mal feito logo no início da pandemia, seguido de um medo absurdo da população criado pelos grandes veículos de comunicação. Mas isso durou menos de 120 dias.

Em seguida, a imprensa deu uma trégua, as prefeituras começaram a relaxar as medidas, e aí BINGO: Vieram as eleições municipais.

APESAR DA PANDEMIA, A FESTA DA DEMOCRACIA NÃO PODIA PARAR

Eleições essas que não puderam esperar segundo o Sr. Ministro do TSE, o glorioso Luís Roberto Barroso.  Mas e a PANDEMIA Dr.? Sumiu?

Eu fiquei me perguntando? Será que o Sr. Ministro tem uma bola de cristal?! Sim, porque desde que me entendo por gente, eleições são como shows de rock, pagode ou sertanejos. Sem aglomerações não funcionam. E assim foram por todo o país. Acompanhei mais de perto aqui na região do Vale do Aço em Minas Gerais. Mas vi cenas principalmente no Nordeste, que pareciam micaretas.

Ai as pessoas inteligentes e que não são afetadas por esse vírus chamado política, pensam: “Será que de agosto a novembro o CORONAVÍRUS tirou licença médica? Ou será que o nosso país é um país de gente HIPÓCRITA?”  MAS EM eleição , TUDO PODE. SÓ NÃO PODE PERDER! EM ELEIÇÃO NÃO SE PEGA COVID MINHA GENTE. SÓ PEGA EM FESTAS E EVENTOS DE PEQUENO, MÉDIO E GRANDE PORTE.

PERDAS IRREPARÁVEIS

Uma estimativa da AFEMG, é que aconteciam cerca de 100 casamentos por final de semana num raio de 100 quilômetros do Vale do Aço. Totalizando 400 festas por mês e 4.800 festas por ano. A um tícket médio de cada festa estimado em R$ 30.000,00 (trinta mil reais) cada festa (distribuídos entre buffets, decoradores, salões de festas, cerimoniais, fotógrafos, entre outros fornecedores), estamos falando de uma perda estimada em R$ 144.000.000,00 (cento e quarenta e quatro milhões de reais). Estamos fazendo um cálculo baixo, só para terem a noção mínima possível do prejuízo.

EM 2020, TRATATIVAS DIFERENTES OU POUCA FISCALIZAÇÃO?

Indignou muito alguns empresários do setor de eventos, foi a tratativa diferente dada a bares, restaurantes, parques, igrejas e porque não, a casas de shows que funcionaram sem qualquer restrição e com aglomerações gigantes no período de julho a dezembro. Ninguém entende como certas operações rodavam em plena pandemia.

De agosto até o dia das eleições, foram muitas as promessas de abertura, mas nenhum cumprimento. Eu mesmo participei de algumas reuniões, e assisti pessoalmente as “promessas”.

Pediram as categorias de eventos de pequeno, médio e grande porte, além de feiras de negócios, montassem um protocolo especial para a retomada.

Os protocolos foram feitos e entregues. Tudo conforme solicitado aos empreendedores.

Mesmo assim, no ano de 2020, foi praticamente um ano perdido.

Foto: reprodução internet

BOATES FUNCIONANDO EM 2020

Enquanto a maioria de nós, amargava o fechamento total, uma casa noturna em Ipatinga, literalmente “dava o tom” na desigualdade de tratamento nesta pandemia. Ninguém entendia como funcionava normalmente, um ambiente totalmente fechado, climatizado e recebendo centenas de pessoas todos os finais de semana. Basta uma pesquisa simples no Instagram  da casa, você encontra as divulgações de shows, fotos muito bem produzidas de pessoas se abraçando sem mascaras e completamente aglomeradas. Em alguns stories já apagados, frequentadores brincavam com a condição do momento pandêmico e demonstravam claramente que o funcionamento do empreendimento era normal e aparentemente legal.

A casa funcionou direto em 2020 e até o início do ano 2021, quando houve uma fiscalização da PMI já no mandato do Prefeito Gustavo Nunes (PSL), mas logo depois, teve normalizado seu funcionamento e voltou a abrir, fechando apenas quando chegamos a onda roxa.

No meu ponto de vista empresarial, os donos estavam fazendo o que tinham que fazer, faturando enquanto vários outros não podiam. Se estavam trabalhando e liberados para isso, porque não atuarem? Mas fica a dúvida: porque os salões de festas não podiam funcionar enquanto algumas esses espaços sim? Seriam dois pesos e duas medidas?

REUNIÕES MORTAIS EM FAMÍLIA DE DEZEMBRO 2020 A JANEIRO de 2021

TAVA ROLANDO ELEIÇÕES? NÃO TAVA? Isso deu um “falso conforto” as pessoas de que a pandemia tinha aliviado e poderia até estar acabando.

Depois das eleições, tivemos NATAL, ANO NOVO, FÉRIAS e FERIADO DE CARNAVAL. Não tinha como cancelar tanta coisa junta. Mas será que os governos não sabiam que esses feriados eram depois das eleições municipais?

Será mesmo que eles não sabiam que quando se aglomerassem por um, dois, três meses ou mais a “conta ia chegar como chegou”?! Será mesmo que ninguém pensou nisso?

SIM, porque as pessoas que participaram ou mesmo assistiram as aglomerações de candidaturas e festas da “vitória”, pensaram: Uai, porque eu não posso ver a minha família no natal? Porque eu não posso ir à praia nas férias? Porque eu vou deixar de ir no barzinho?

QUEREM POR A CULPA DO COLAPSO NAS FESTAS. MAS QUE FESTAS?

Agora, os senhores políticos, prefeitos, vereadores, deputados, senadores, e todos os seus assessores já contratados no “pós – eleições”, vem querer colocar a culpa do colapso da SAÚDE nas festas. QUE FESTAS?

Do São João em junho que não aconteceu? Ou foi o réveillon cancelado? Será que foi o carnaval que movimenta BILHÕES todos os anos e não aconteceu em 2021?  Empresas sérias não realizam FESTAS CLANDESTINAS. Nós, as empresas de grande porte, estamos LACRADOS desde março de 2020 sem poder trabalhar.

Se os senhores não conseguem fiscalizar os bares, as boates clandestinas, as aglomerações em feiras, igrejas, parques, supermercados, bancos, comércio e afins, uma sugestão: PEÇAM PRA SAIR.

A culpa de estar morrendo gente todos os dias, de termos milhares de trajetórias interrompidas, sonhos cancelados, pessoas e famílias inteiras dilaceradas com tantas mortes, não é de um setor apenas, é de quem está no comando.

VALE DO AÇO: “CIDADES QUE NUNCA SE ENTENDEM”

Vivemos em uma região que SIM, era para ser metropolitana. As cidades sequer tem distanciamento entre elas. Estou falando das quatro maiores: Timóteo x Fabriciano x Ipatinga x Santana do Paraiso. TUUUUDOOOO COLADA.

Sai de um bairro e entra em outra cidade. Mas mesmo com a circulação de pessoas e tráfego normal, as tratativas quando o assunto é a PANDEMIA foram diferentes por parte de seus prefeitos.

Mesmo depois de mais de um ano sofrendo, “cada cidade vem agindo da forma que melhor entende”. Perdemos uma grande oportunidade de nos unirmos e funcionarmos em conjunto. Como em outras ocasiões, isso não aconteceu e seguimos sem UNIDADE.

E por não termos um padrão de comportamento no funcionamento de bares, salões de festas, casas noturnas e afins, tudo foi e está sendo uma bagunça e quase nada está funcionando direito. As aglomerações estão aí, só não vê quem não quer. E não só nos bares. Entendeu né?! Há sim tratamentos diferentes para setores que dão mais votos nas eleições.

Vá em qualquer bairro do Vale do Aço, veja se não há irregularidades na cara. Tudo errado acontecendo bem debaixo do nariz de qualquer um que tenha bom senso. E não estou falando de bares, festas e afins. Tô falando é de tudo.

Mas no fundo, entendo que alguns gestores Brasil a fora, pensam que “os eventos que transmitem mais COVID-19”. Não as “eventualidades” dos encontros nas ruas, supermercados, clinicas, igrejas etc… Acabou que a categoria dos EVENTOS ficou marginalizada e marcada como a grande culpada do excesso de contaminações. E isso, muito por conta da opinião BURRA e pública da grande maioria das pessoas especialmente nas redes sociais. “Deuses do direito”

ESSENCIAL PRA QUEM?

Depois de mais de um ano, uma bagunça na gestão da pandemia, comércios e empresas fechando e abrindo ninguém sabe quando e como, como se pode falar em NÃO ESSENCIAL? Em 14 meses, não se entende o que é essencial ou não. Pra mim, tudo que gere emprego e renda para as famílias é essencial. Se precisamos sim ir aos supermercados, precisamos orar nas igrejas e levar nossos filhos aos parques, também precisamos de vários outros serviços. Se eu falar uns seguimentos tidos como essenciais aos olhos de alguns prefeitos, vou ser taxado por eles na internet. Tem muita coisa assertiva sim, mas tem cada coisa ridícula que só vendo.

O que vimos muito nessa pandemia que é sim um problema COLETIVO, foi individualidades das pessoas e empresas. Nem sei dizer se estão errados, afinal, o exemplo deveria vir de cima, mas não veio.

A população também não ajuda e parece não querer obedecerem a mais nada. Afinal, quando a coisa não funciona, a moral para cobrar também não vai fazer efeito. O povo não se educou nesse período, e o relaxamento de alguns estabelecimentos tem gerado aglomerações enormes e aumento das contaminações.

REMARCAÇÕES E INCERTEZAS

As remarcações nas agendas das empresas são outro “peso” que a pandemia ofereceu. Sem trabalhar direito em 2020 e agora em 2021, o “represamento” de datas deverá causar muitos problemas e gerar escassez de mão de obra e bons fornecedores no mercado nos próximos meses.

PROBLEMAS NA RETOMADA

Segundo a presidente da AFEMG, a “retomada” pode ser problemática. “Algumas empresas podem não conseguir cumprir os contratos das festas adiadas de 2020. As noivas e os contratantes de um modo geral, precisam estar muito bem assessorados. Tememos por empresas já com bom histórico no mercado que não possam se reerguer. Sem qualquer ajuda do governo, essas empresas foram massacradas quando tiveram seu faturamento quase zerados.” Jaqueline ainda pontua: “sem contar que devemos ter problemas sérios de mão de obra, especialmente com os freelances, que foram arrumar outras coisas para fazer, como por exemplo: garçons, seguranças, staff, cozinheiras entre outras profissões.”

DEPRESSÃO, MORTES NATURAIS E ATÉ SUICÍDIOS

A pressão que esses empreendedores estão sofrendo ao longo desses mais de um ano e sem qualquer ajuda financeira dos governos, está levando muitas pessoas a entrarem em depressão severa. Além disso, com a saúde comprometida, muitos morreram de infarto, derrame e até COVID. O mais triste, sem enxergar um futuro próspero e completamente endividados, muitos optam pelo SUICÍDIO.

FALTOU BOM SENSO E AJUDA FINANCEIRA DO GOVERNO

Mesmo sabendo que o setor sofreria com a pandemia sem data para terminar, os governos federal e estadual não tiveram a sensibilidade de ajudar o setor que representa uma fatia importante do PIB nacional. O que deveria ter sido feito, era criar uma linha especial para essa categoria se manter, mas isso não aconteceu, nem a nível federal nem estadual.

Foto: reprodução internet

DE NORTE A SUL DO BRASIL, incompetência NO REPASSE DA LEI ALDIR BLANC

Criada para socorrer especialmente os artistas e pequenos produtores, os recursos repassados pela União aos municípios foram na casa de 3 bilhões de reais. Mas segundo o senador Veneziano Vital (MDB-PB), a maior parte desse recurso ainda não foi aplicada. Segundo um relatório recente, cerca de R$ 774 milhões de reais ainda estão disponíveis. Até o final de 2020, estados e municípios ainda tinham 1,4 bilhões de reais em conta.

A câmara dos deputados aprovou nesta quarta-feira (21/04) o projeto de lei 795/21, do senado, que reformula a Lei Aldir Blanc para prorrogar prazos de utilização de recursos repassados a título de apoio ao setor cultural em decorrência da pandemia de Covid-19.

O texto permite que estados, Distrito Federal e municípios utilizem, até 31 de dezembro de 2021, o saldo remanescente do dinheiro transferido para ações emergenciais de renda e projetos culturais. Da mesma forma, poderão ser novamente repassados aos municípios recursos que foram devolvidos ao fundo estadual de cultura porque as prefeituras não os utilizaram em projetos culturais.

Por aqui no Vale do Aço, muita reclamação e denúncias regiram a primeira “rodada” da ALDIR BLANC. Muitas pessoas sequer ficaram sabendo que existia essa opção, o que causou e vem causando revolta entre a classe dos eventos. Segundo alguns artistas e produtores, a divulgação foi a grande vilã nesse caso.

Pedimos as assessorias de comunicação das 4 maiores cidades da região, para nos esclarecerem como foram usados os recursos da lei ALDIR BLANC. As respostas de cada município, por serem muito grandes, estarão na integra apenas na matéria publicada em nosso site www.maisvip.com.br

LEI PERSE. AO APAGAR DAS LUZES

Já no fechamento desta matéria, dia 04 de maio, o Presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei N 14.148. Se trata da PERSE, que visa ajudar na recuperação de algumas empresas do setor de eventos e a hotelaria de um modo geral. A lei, permite que as empresas parcelem com desconto de até 70% os débitos tributários e não tributários. Além desse reparcelamento, uma linha de crédito de quase quinhentos milhões de reais está sendo disponibilizada para empresas via BNDES. Um valor pequeno diante do estrago causado as empresas pela pandemia.

A RETOMADA

É importante que fique claro, que nós do GRUPO MAISVIP, empresa que realiza eventos e que vive desse setor há 20 anos, entendemos que não seria possível voltar à normalidade sem que grande parte da população esteja vacinada, curada e protegida desse maldito vírus.

A nossa REVOLTA, é que não houve no início um plano de ação que pudesse contemplar o setor de eventos de forma que ao menos esses profissionais passassem pela crise com dignidade. Ao contrário disso, fomos mesmo sucateados pelos gestores desse país. Não sei se foi capacidade ou desinteresse.

Sabemos que a retomada vai ser lenta, dura, e até sofrida. Muitas empresas se foram com a Covid – 19 muitas vidas foram perdidas. Será sacrificante, mas revigorante ao mesmo tempo. Poder voltar a trabalhar com dignidade para sustentar nossa casa e nossa família.

Dependemos que a pandemia passe para voltar o que era antes. A expectativa das maiores empresas do Brasil, é que isso ocorra a partir do último trimestre de 2021 e que os bons resultados mesmos, comecem a aparecer de 2022 em diante.

Como vimos nessa PANDEMIA, tudo veio de fora para dentro do Brasil. E assim será a retomada. Com liberações em países como Nova Zelândia, Inglaterra, Estados Unidos e outros, vemos sim que é possível retomar as nossas atividades profissionais em sua totalidade.

E sinceramente, espero que quando tudo isso passar, tenhamos aprendido lições que nos façam crescer como seres humanos.

EM 2020 NASCE A AFEMG

No vale do aço, foi fundada a AFEMG (Associação dos Fornecedores de Eventos de Minas Gerais), pelas mãos de Jaqueline Guimarães, Gilcilene Rezende e Renata Patrício. O intuito da associação é o de reunir as empresas que atendem os eventos da região, em busca de dar VOZ ATIVA ao setor no cenário regional.
A associação, participou diretamente na criação de protocolos de retornos aos eventos, e ajudaram as prefeituras nas decisões e nos decretos de liberação, dentro das normas vigentes para pandemia.
Apesar dos esforços das fundadoras, a associação teve pouca adesão em seu lançamento. A AFEMG em sua fundação atraiu pouco mais de 30 empresas. Em um universo de centenas de CNPJ, fora os informais com marca e registro no instagram, esse é um RETRATO da desunião do setor de eventos. É o que afirma a presidente Jaqueline Guimarães. Para se associar, é simples, basta acessar o instagram @afemg.oficial e preencher o formulário.

DESUNIÃO TOTAL DO SETOR

Ficou mais que provado que a classe artística, cultural e de eventos de um modo geral, não se entende e não se une. Há vários grupos de WhatsApp onde as principais discussões giram em torno das preferências  políticas e não das soluções para um problema tão grave. E a meu ver, se isso não mudou agora, dificilmente mudará no futuro.

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