Vacinação de professores contra Covid-19 deve começar em junho em Minas

 Vacinação de professores contra Covid-19 deve começar em junho em Minas

A informação, sem mais detalhes, foi repassada pelo Secretário de Estado da Saúde, Fábio Baccheretti, em coletiva de imprensa Foto: Ivanildo Lúcio/O TEMPO

A vacinação de professores e profissionais da educação em Minas Gerais deve começar em junho, após o término da imunização de pessoas com comorbidades e das forças de Segurança do Estado. Ainda não há data precisa para isso ocorrer, todavia.

A informação, sem mais detalhes, foi repassada pelo Secretário de Estado da Saúde, Fábio Baccheretti, em coletiva de imprensa realizada na manhã desta sexta-feira (7).

“Minas, está seguindo efeitamente o Programa Nacional de Imunização (PNI). O governador (Romeu Zema), solicitou ao governo federal que os professores sejam adiantados na vacinação pela necessidade da volta às aulas, mas a expectativa do PNI é que em junho os professores comecem a ser vacinados”, explicou o chefe da pasta.

Conforme Baccheretti, após as cerca de duas milhões de pessoas com comorbidades serem imunizadas, com doses da vacina contra Covid-19 que ainda vão chegar ao Estado nas próximas semanas o “próximo grande grupo, são de professores”.

Terceira onda é possibilidade

Durante os anúncios, após ser questionado por O TEMPO, o secretário afirmou que o Estado está “muito atento à possibilidade” de uma terceira onda da pandemia, mas que não acredita que haja “um pico tão alto” como na segunda.

“Acredito que pode, sim, crescer (a pandemia), rumo a um novo pico pelo comportamento população. Todos estão muito cansados, estamos preparando o Estado para esse momento. Vamos nos preparar para ter o estoque de insumo em caso de aumento nos casos. O papel do Estado é estar preparado para uma terceira onda”, informa.

“Pessoalmente, acredito que se a população entender a necessidade do o crescimento da vacinação, a gente não enfrente um problema tão grande, mas o Estado tá se preparando sim, para essa terceira onda”, conclui.

Fonte: O Tempo

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