BH vai vacinar 290 mil pessoas com comorbidades: saiba quem terá direito

 BH vai vacinar 290 mil pessoas com comorbidades: saiba quem terá direito

Ministério da Saúde espera ampliar o público-alvo a partir do mês que vem Foto: Alex de Jesus

Pessoas com comorbidades terão direito a doses das vacinas contra a Covid-19 a partir de maio, informou o Ministério da Saúde. Em Belo Horizonte, a prefeitura estima que 290 mil indivíduos devem ser contemplados pela ampliação da imunização. Em Minas, serão 1.784.058 vacinados. Em relação ao Brasil, mais de 17 milhões se encaixam nos critérios. O início da imunização do grupo, contudo, ainda não foi definido.
Conforme definido no Plano Nacional de Vacinação, 10 doenças foram incluídas como prioritárias para a próxima fase da campanha de imunização da população. Dentre as enfermidades estão diabetes, obesidade grau 3, insuficiência renal, anemia falciforme, síndrome de down e hipertensão arterial em diferentes níveis.
Confira a relação abaixo.
  • Diabetes mellitus;
  • hipertensão arterial (HA) estágio 3;
  • hipertensão arterial (HA) estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo e/ou comorbidades; hipertensão resistente;
  • doença pulmonarobstrutiva crônica;
  • insuficiência renal;
  • doenças cardiovasculares e cerebrovasculares;
  • transplantados de órgão sólido ou de medula óssea;
  • indivíduos imunossuprimidos;
  • anemia falciforme;
  • obesidade grau 3 (IMC≥40);
  • síndrome de down.
Comprovação e chamada
Como não há doses suficientes para todos os beneficiados, o cronograma prevê que a convocação será dos mais velhos, com 59 anos, até chegar aos jovens de 18 anos. “Assim, serão vacinadas pessoas de 55 a 59 anos, depois de 50 a 54 anos, e assim por diante”.
Nos locais de vacinação, será preciso confirmar a doença pré-existente para garantir a aplicação das vacinas. O Ministério da Saúde detalhou que vale como comprovante exames, receitas, relatório médico e prescrição médica. O órgão ainda informou que serão vacinados os moradores com comorbidades pré-cadastrados no SIPNI (Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações).
“Aqueles que não tiverem sido pré-cadastrados poderão apresentar qualquer comprovante que demonstre pertencer a um destes grupos de risco. Adicionalmente, poderão ser utilizados os cadastros já existentes dentro das Unidades de Saúde”, disse a pasta.
Fonte: O Tempo

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