Mulher morre atropelada na calçada e filha dela de um ano fica ferida

 Mulher morre atropelada na calçada e filha dela de um ano fica ferida

Motoristas precisaram sair do local para não serem linchados pela população Foto: Redes sociais / reprodução

Uma mulher de 33 anos morreu e a filha dela de um ano está em estado grave após as duas terem sido atropeladas na calçada da rua Xapuri, no bairro Barão Homem de Melo, na região Oeste de Belo Horizonte, na noite deste domingo (18). Ao todo quatro pessoas foram atropeladas.

De acordo com a Polícia Militar, o condutor do Gol que subiu no passeio e atingiu as vítimas contou que ao passar pelo cruzamento com a rua Pitanga quando foi atingido por um Spin, que, segundo ele, seguia em alta velocidade. Após a colisão, o motorista perdeu o controle do Gol e atingiu as quatro pedestres.

Quando os militares chegaram ao local, Letícia Teixeira da Silva já estava morta. Ela carregava a filha de um ano que foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em estado grave para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, na região Centro-Sul de Belo Horizonte.

Outras duas mulheres foram socorridas para a mesma unidade de saúde. Uma vítima de 34 anos estava com dente quebrado e sangramentos no ouvido, já a outra de 32 anos estava com fortes dores nas costas e no braço.

O pai da criança de um ano esteve no local do acidente e seguiu para o hospital para acompanhar o atendimento à filha. O corpo da vítima fatal foi removido para o Instituto Médico-Legal (IML) de Belo Horizonte.

A população se revoltou com o acidente e queria linchar os motoristas que causaram. Os policiais tiraram os dois do local. O motorista do Gol, de 23 anos, realizou o teste do etilômetro que deu negativo.

O condutor do Spin, também de 23 anos, se recusou a fazer o teste. Ele teve uma crise de pânico e precisou ser socorrido para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Centro-Sul, onde ficou em observação.

A ocorrência foi encaminhada para a Polícia Civil e os carros foram apreendidos. O caso será investigado.

Fonte: O Tempo

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