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Ipatinga volta a priorizar ações de Segurança Alimentar

 Ipatinga volta a priorizar ações de Segurança Alimentar

Por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS), a Prefeitura de Ipatinga estabeleceu entre as suas prioridades, desde o mês de janeiro, iniciativas na área de segurança alimentar. Assim, diversas ações estão em desenvolvimento com intuito de levar alimento para famílias em situação de vulnerabilidade social.

Uma das providências foi a reativação do Banco de Alimentos, que ficou inativo por quase um ano. As funções do organismo estão sendo restabelecidas, viabilizando parcerias com setores empresariais que possibilitem doações de alimentos para distribuição a famílias atendidas nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e nas instituições sociais cadastradas.

Apenas na primeira quinzena de fevereiro, mais de 50 famílias foram atendidas, segundo informa a SMAS, que afirma que brevemente o Banco de Alimentos estará funcionando plenamente.

Outra ação de grande relevância que vem sendo desenvolvida nos Centros de Referência de Assistência Social, como benefício eventual, é a distribuição de cestas básicas, que serão entregues a centenas de famílias. Conforme a Secretaria, desde o final de 2020 o município não ofertava essa ajuda, que em fevereiro atenderá aproximadamente 400 famílias.

A secretária de Assistência Social de Ipatinga, Jany Mara Bartolomeu, explica que “a paralisação das ações fazia com que muitos tivessem dificuldades de subsistência, pois as pessoas que necessitam desses benefícios têm urgência. Assegurar para elas o direito ao alimento é a prioridade da atual Administração”, salientou.

O secretário Adjunto da repartição, Mauro Nunes, observa que “a pandemia da COVID-19 tem aumentado o número de famílias em situação de vulnerabilidade, necessitando de alimentos”. E garante: “Temos o compromisso e a responsabilidade de levar alimentos para centenas de famílias Ipatinguenses. Não vamos medir esforços na busca de parceiros para juntos atuarmos na promoção de políticas públicas de segurança alimentar e nutricional”, afirma Mauro.

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