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Morre a primeira criança por COVID-19 em BH

 Morre a primeira criança por COVID-19 em BH

Quase 100 mil belo-horizontinos já se infectaram com novo coronavírus (foto: Fred Bottrel/EM/D.A Press – 25/03/2020)

Belo Horizonte confirmou nesta terça-feira (2/2) a morte da primeira criança pela COVID-19. A prefeitura não especifica a idade exata da vítima, o sexo nem onde ela morava. Certo é que o óbito foi de uma pessoa entre 1 e 4 anos.

Ao mesmo tempo, a cidade chegou a 91.419 casos confirmados de COVID-19. São 2.282 mortes pela doença, 5.393 ainda em acompanhamento e 83.744 pessoas recuperadas. Os dados fazem parte do boletim epidemiológico e assistencial da prefeitura.

Na comparação com o levantamento anterior, a cidade somou mais 18 vidas perdidas para a virose. Já o número de casos aumentou em 1.425.

Dois dos três indicadores que medem a gravidade da pandemia na cidade sofreram queda nesta terça. A taxa de ocupação dos leitos de UTI permanece na zona crítica, mas manteve a tendência de diminuição dos últimos dias: de 75,7% para 72,6%.

No caso das enfermarias, a situação se inverteu: aumento de 54% para 55,2%. O parâmetro permanece na zona de alerta da escala de risco, entre 50% e 69%.

Já o número médio de transmissão por infectado teve seu 12º decrescimento em sequência: 0,9 para 0,89. Essa é a menor taxa do RT desde 12 de agosto do ano passado, quando a PBH computou 0,87.

Perfil das vítimas

 No levantamento por regionais, a Noroeste é a região com maior número de mortes por COVID-19 em BH: 305, 25 a mais a Região Nordeste. Na sequência, aparecem Oeste (272), Leste (259), Barreiro (258), Venda Nova (245), Centro-Sul (244), Pampulha (219) e Norte (200).

No total, 1.249 homens perderam a vida para a virose em BH. A quantidade de mulheres mortas é de 1.033.

A faixa-etária mais atingida pela COVID-19 são os idosos: 83,36% (1.902 no total).

Na sequência, aparecem aqueles entre 40 e 59 anos: 14,5% (331). Há, ainda, 47 óbitos entre 20 e 39 anos (2,06%), um pré-adolescente entre 10 e 14 anos (0,04%) e uma criança entre 1 e 4 (0,04%).

Além disso, 97,4% dos mortos apresentavam ao menos uma comorbidade, sendo cardiopatia, diabetes, pneumopatia e obesidade as mais comuns.

Em BH, 60 pessoas morreram com quadros clínicos de COVID-19 sem comorbidade: 49 homens e 11 mulheres. A maioria tinha entre 40 e 59 anos.

Fonte: Estado de Minas 

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