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Robinho será julgado em 2ª instância na Itália por estupro

 Robinho será julgado em 2ª instância na Itália por estupro

Robinho e mais cinco amigos são acusados de estupro coletivo em 2013 Foto: Santos F.C

Em 2017, Robinho foi condenado em primeira instância pela Justiça da Itália a nove anos de prisão por estupro coletivo. Nesta quinta-feira (10), o Tribunal de Apelação de Milão vai analisar o recurso da defesa do jogador e de seu amigo Ricardo Falco, também condenado, durante o julgamento em segunda instância. A decisão pode sair no mesmo dia.

Segundo os advogados de Robinho, o atleta é inocente e houve um “equívoco de interpretação” nas conversas interceptadas pela Justiça, devido a um conflito de tradução para o idioma italiano. O jogador afirma que a relação que teve com a denunciante foi consensual e que seu único arrependimento foi o de ter traído a sua esposa.

– Confiamos plenamente na Justiça italiana, no sucesso do recurso defensivo e na reforma da decisão, conscientes de que a submissão do feito às instâncias superiores permite justamente evitar erros judiciários e condenações injustas – afirmam Marisa Alija e Luciano Santoro, os advogados que representam o jogador no Brasil.

Mesmo que seja condenado em segunda instância, Robinho e Falco permanecerão em liberdade pois ainda cabem recursos. A presunção de inocência permanece até o trânsito em julgado, avaliado pela Corte de Cassação da Itália, que corresponde ao Supremo Tribunal Federal do Brasil.

Caso pise novamente em território italiano, o jogador será preso por já ter sido condenado no primeiro julgamento. A legislação brasileira não permite a extradição de cidadãos para cumprirem penas em países estrangeiros. Se condenado em todas as instâncias, Robinho pode solicitar o cumprimento da pena no Brasil.

O jogador brasileiro e mais cinco amigos são acusados de estuprarem uma jovem albanesa em um camarim da boate milanesa Sio Café, em janeiro de 2013, noite em que ela celebrava seu aniversário. Os outros quatro suspeitos são réus em outro processo, porque deixaram a Itália no curso das investigações.

Fonte: Pleno News

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