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Governo de Minas libera volta às aulas presenciais em parte do estado

 Governo de Minas libera volta às aulas presenciais em parte do estado

As aulas presenciais poderão voltar a acontecer em Minas Gerais. O Estado de Minas apurou que o governo do estado vai liberar o retorno das atividades em escolas das cidades que estão na chamada onda verde — zonas onde o risco de contágio pelo novo coronavírus é considerado de menor potencial. O governo oficializou a decisão em coletiva  na tarde desta quarta-feira.

Nas últimas semanas, o governo de Minas já havia sinalizado que retomada das aulas presenciais nas escolas estaduais em solo mineiro seria em breve. Segundo o governador Romeu Zema (Novo), em algumas cidades, já há condições de retorno às atividades nas instituições, esvaziadas desde março deste ano devido à pandemia do novo coronavírus. Desde então, as aulas têm sido realizadas de forma remota, via TV, rádio, internet ou com disponibilização e busca do próprio material impresso.

“Sou da opinião, sim, que nós já temos condições de retornar, porque o número de casos e óbitos têm caído de forma consistente, e hoje temos um ‘colchão’ de segurança na rede hospitalar. Não podemos mais continuar prejudicando alunos, pais, que têm tido trabalho grande, e essa falta de aula causa problema mental nas crianças também, trancadas em casa, sem convivência social. Estaremos fazendo um esforço para que isso ocorra”, disse Zema, em entrevista à Rádio CBN, na manhã de terça-feira (22).

Zema também afirmou que as decisões sobre as retomadas seriam baseadas em um protocolo criado em conjunto pelas Secretarias de Estado de Saúde e de Educação, que será anunciado ainda nesta semana. “Nossa secretária, nesta semana, ainda vai dar uma entrevista coletiva detalhando todo esse plano que está sendo construído neste momento”, contou.

O governador novamente frisou que qualquer tomada de decisão sobre a retomada das aulas presenciais cabe aos prefeitos. “O próprio STF decidiu que é competência do município deixar ou não um estabelecimento funcionar. O Estado vai orientar, oferecer um protocolo que dará segurança, mas ainda cabe a cada prefeito a decisão”.

Fonte: Estado de Minas 

 

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