Escola Técnica afasta professor por se masturbar durante videoconferência com alunos

 Escola Técnica afasta professor por se masturbar durante videoconferência com alunos

O Centro Paula Souza anunciou que afastou integralmente um professor da Etec Parque da Juventude, na capital paulista. O motivo foi que o educador teria se masturbado diante de alunos durante videoconferência no último dia 13 de maio.

A entidade, responsável pelas escolas técnicas estaduais, registrou um boletim de ocorrência contra Cleber Batista Souza. Ele teve seu afastamento publicado no Diário Oficial do Estado no último dia 16 de maio.

Um vídeo que circula nas redes sociais e incluído no processo, mostra um homem praticando o ato enquanto o encontro virtual acontecia.

“O Centro Paula Souza reafirma que repudia qualquer forma de desrespeito ou assédio e que todas as denúncias recebidas de forma oficial na instituição são analisadas para que providências cabíveis sejam aplicadas, quando comprovadas procedentes”, diz a nota.

Como forma de protesto, alunos de Etecs e usuários utilizaram a hashtag “EtecsContraoAssedio” para criticar o assédio sexual contra alunos.

Nota do CPS na íntegra:

A Assessoria de Comunicação do Centro Paula Souza informa que a direção da Etec Parque da Juventude, assim que tomou ciência do ocorrido, excluiu o professor imediatamente da plataforma de aulas online, no próprio dia 13 de maio. O Centro Paula Souza abriu processo administrativo contra o profissional e determinou o seu imediato afastamento com publicação no Diário Oficial do Estado no dia 16 de maio de 2020.

A diretoria da unidade também registrou boletim de ocorrência na 9ª delegacia de Polícia Civil do Estado de São Paulo para que o professor responda criminalmente pelo ato. O processo administrativo, com todos os documentos e provas anexados, foi encaminhado à Procuradoria de Procedimentos Disciplinares, que pertence à Procuradoria Geral do Estado, a quem cabe decidir pela demissão do professor.

O Centro Paula Souza reafirma que repudia qualquer forma de desrespeito ou assédio e que todas as denúncias recebidas de forma oficial na instituição são analisadas para que providências cabíveis sejam aplicadas, quando comprovadas procedentes.

FONTE: Istoé

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