Mulheres têm auxílio emergencial negado por ocuparem cargo de “presidente da República”

 Mulheres têm auxílio emergencial negado por ocuparem cargo de “presidente da República”

Mulheres têm auxílio negado por ocupar cargo de "presidente da República"

 

Duas mulheres desempregadas tiveram o benefício do auxílio emergencial de R$ 600 negado por constar que elas ocupavam o cargo de presidente da República. Os dois casos foram registrados no Espírito Santo nesta semana.

A primeira mulher a ter o benefício negado por ser a “presidente” foi a estudante Adeyula Barbosa, de 31 anos, moradora de Vila Velha. Ela teve o pedido de auxílio emergencial negado após a Carteira de Trabalho Digital apontar que ela tem dois empregos em aberto.

Já a segunda mulher, Amanda Lourenço, de 25 anos, é professora e está desempregada desde fevereiro. De acordo com os dados no registro dela, antes de ser presidente da República pela ela Secretaria de Estado da Educação (Sedu) do ES, ela também foi carregadora de aeronaves, no Rio de Janeiro, e demolidora de edificações, em Recife.

 

O que diz a o governo do ES

O superintendente de Trabalho e Emprego no Espírito Santo, Alcimar Candeias, disse que o erro é do contratante, neste caso, a Sedu.

Para o superintendente, houve um erro quando a secretaria não informou a demissão da funcionária e outro ao inserir, equivocadamente, o código do cargo de presidente da República na ocupação da trabalhadora.

A orientação é que as duas procurem o setor de Recursos Humanos da Sedu para resolver. Candeias disse que a Superintendência do Trabalho está à disposição para ajudar a consertar o erro.

A Secretaria da Educação, por sua vez, informou que os servidores são cadastrados em um sistema própria da secretaria e que, nesse sistema, o cargo de Adeyula está como cuidadora. Sobre Amanda, a Sedu foi procurada, mas ainda não informou sobre o caso.

Adeyula ainda tinha um cargo em aberto na Prefeitura de Vila Velha. A administração municipal explicou que os desligamentos dos servidores em 2020 ainda serão informados ao Ministério da Economia.

 

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