Educação especial em Ipatinga atende alunos do Vale do Aço

Educação especial em Ipatinga atende alunos do Vale do Aço

 

Referência em toda a região do Vale do Aço, a educação especial de Ipatinga espera obter novos avanços em 2012. Com investimentos e treinamentos para os profissionais em 2012 quem será beneficiado são os estudantes matriculados na rede. Na Escola Municipal Altina Olívia Gonçalves, por exemplo, a Prefeitura de Ipatinga oferece o programa de Atendimento Educacional Especializado (AEE) para alunos com deficiência visual, auditiva e intelectual. Para o secretário de Educação, Maurício Mayrink, ao longo dos anos muitos foram os desafios e conquistas da administração municipal, por meio da Secretaria Municipal de Educação.

 

“A realidade em Ipatinga mudou. Hoje, os profissionais são qualificados e alunos recebem atendimento exclusivo”, disse o secretário. A escola do bairro Iguaçu recebe alunos de toda cidade e também de outros municípios. Quem deseja estudar na Altina deve procurar a escola no horário de 8h às 17h e fazer a matrícula. Conforme o prefeito Robson Gomes (PPS), os investimentos em educação ultrapassam 25% do orçamento anual. Atualmente a escola Altina recebe 170 alunos em três turnos.

 

A equipe de professores é formada por 12 profissionais especialistas, encarregados de dar aula à 35 deficientes visuais. Três professores trabalham com 12 deficientes auditivos e outros dois professores multifuncionais que dão aula para 50 alunos com déficit intelectual. Além de professores, os alunos contam com materiais pedagógicos especiais e salas de aula adaptadas. Todos os professores do AEE são especialistas com pós-graduação e participam constantemente de cursos de formação.

 

Para a diretora Eliane Regina Viana, Ipatinga está bem avançada com relação ao atendimento especializado. “A nossa cidade é considerada referência não somente no estado, mas no país pelo bom trabalho que realiza com deficientes. Temos na instituição equipamentos de ponta e profissionais especialistas”, explica a diretora. Em Ipatinga, o atendimento especializado existe há 13 anos e vem se aperfeiçoando anualmente com novas tecnologias.

 

Estrutura

Conforme Maurício Mayrink, para manter o nível de funcionamento do programa é preciso investir em equipamentos e tecnologia. “Temos máquinas para escrever em braile, vários kits para alunos com baixa visão, e computador com teclado em braile e programas especiais de voz e ampliações de letras e imagens, aparelhos de sorobã para ensinar matemática aos cegos e um etiquetador em braile”, informa.

 

Os estudantes da escola de Ipatinga recebem um kit, formado por um caderno de capa dura que contém folhas de espaçamento maior entre as linhas e um suporte para manter o caderno elevado para que o aluno não precise se abaixar muito para fazer a leitura, além de lupa, lápis e canetas especiais. “O esforço pedagógico e iniciativa do poder público são fatores essenciais para se garantir a inclusão social e assim garantir educação de qualidade aos deficientes. O prefeito Robson Gomes sempre apoiou este projeto”, acrescenta Maurício Mayrink.

 

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